KDE 4.3.0 mostra aonde o Linux pode chegar

kde430inspired_thumb.png O ambiente gráfico para Linux conhecido por KDE sempre esteve alguns passos à frente de seu primo menor, o Gnome no quesito beleza (neste caso, o Gnome sem nenhum tipo de personalização, claro). Embora o Gnome tenha inúmeras opções de customização e seja leve por natureza, o KDE, por si só é bonito e quando o usuário decide migrar de um sistema da Microsoft para um Linux, o KDE é o ambiente que lhe poderá parecer mais familiar.

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Nos últimos anos, o KDE vem recebendo atenção especial na interface gráfica, mas ainda estava “imatura”. A versão 4.0 do KDE chegou mais bonita que a interface AERO do Windows Vista, mas não chegava perto do ambiente gráfico do Mac OS. Com sorte, poderia se abrir diversos aplicativos sem que ocorresse um erro crítico no X. Porém, com a che gada do KDE 4.3, o Linux pode ser elevado a um nível superior de usabilidade, estabilidade e beleza.

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Comparações com os “irmãos” comerciais serão comuns

Como uma referência ao AERO, do Windows, também utilizado no Windows 7, o nome do novo tema é AIR, com efeitos de transparência, degradês e ícones belíssimos complementam a interface do sistema. Os plasmoids, que são widgets para serem colocados na área de trabalho receberam um tratamento, entre eles, destaca-se o Translatoid, que traduz palavras e sentenças no desktop usando Google Translate. , além, claro, dos aplicativos que acompanham o pacote.

“…com a chegada do KDE 4.3, o Linux pode ser elevado a um nível superior de usabilidade, estabilidade e beleza.”

Dentre os novos recursos, aprimoramentos e inclusão de pacotes, a novidade está no consumo de memória do ambiente gráfico: “O uso dos recursos da máquina também estão dentro de um limite aceitável. Apenas o sistema, com alguns widgets, não consumiu mais de 300 MB dos 512 MB configurados. Vale lembrar que os efeitos de transparências são nativos do KDE.” (grifo meu) Destaca Helito Bijora em sua análise sobre o KDE 4.3 no site Guia do PC.

Já posso até ver os Wintards e Mactards berrando aos quatro ventos que isso foi copiado e aquilo nasceu no seu sistema. Na verdade, as pessoas que se tornam “fãs” de um produto e dependentes dele, não conseguem visualizar nada além da barreira impostas por seus monitores, entretanto, a beleza não é exclusividade da Apple, tampouco as janelas exclusividade da Microsoft.

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Com um tema de cores padrão que lembra o Mac OS e menus a la Windows, o KDE 4.3 parece a escolha ideal para usuários que estavam esperando o sistema ganhar uma interface mais bonita para migrar de outros sistemas, e para quem ainda está no KDE 3, este é o momento ideal de fazer seu update, afinal, o KDE 4 já não é um ambiente tão “neófito” assim.

O site do KDE traz diversas informações sobre a principais mudanças desta versão, os aprimoramentos e inclusões. Traz informações importantes, a exemplo do ambiente shell do Plasma, que agora apresenta uma Geolocation DataEngine usando o libgps e HostIP, que permite facilmente os plasmoids responderem a localização do usuário.

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Os jogos ganharam um apelo mais visual comparados aos jogos do Gnome

Para saber mais sobre o KDE 4.3, visite o site oficial do projeto: WWW.KDE.ORG, e instalar o KDE em seu sistema Linux, basta clicar neste link.

Yoomp

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