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Tears of Steel – novo curta da Blender Foundation reforça a qualidade do Open Source

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Algumas semanas, mostramos aqui um vídeo da empresa OVNI VFX, que utiliza o Blender para criar excelentes comerciais no Brasil, e desta vez, trazemos novamente um trabalho feito com o Blender, que visa mostrar a qualidade de efeitos especiais que pode ser alcançada com o software.
Tears of Steel é uma produção da Blender Foundation, The Mango Project e The Netherlands Film Fund e alcança uma qualidade fantástica.

Confira:

 

Com uma qualidade à altura dos concorrentes proprietários, o Blender é um software de criação, animação e renderização 3D de código-fonte aberto e conta com a colaboração de inúmeros desenvolvedores no mundo todo.

A versão atual do Blender é a 2.62 e o software está disponível para todas as plataformas Desktop.

Design com Software Livre e Open Source: agência brasileira mata a pau e mostra o software

Software Livre tem tudo a ver com Liberdade e Open Source tem tudo a ver com o papel social do Software na sociedade, assim como um verdadeiro artista sabe utilizar sua técnica independentemente da ferramenta, e foi isso que a agência brasileira OVNI VFX mostrou na semana passada em um vídeo que trazia o trabalho de criação 3D e animação utilizando a ferramenta Blender, já citada anteriormente aqui neste blog.

A agência montou seus mais recentes trabalhos em um vídeo de mais de 4 minutos, com marcas famosas, como Brahma, Fiat, CeA e Vivo. Como não poderia deixar de acontecer, ganhou a atenção dos principais sites internacionais vinculados ao movimento Open Source, como o conhecidíssimo OMG! Ubuntu!. Confira o vídeo:

Um item importante e que vale ser ressaltado é que esta agência estará com representantes presentes no Gnugraf – Primeiro evento de computação gráfica com software livre do Brasil, nos dias 17 e 18 de Agosto no Rio de Janeiro.

O Evento conta com diversos nomes do cenário Open Source e do Software Livre no Brasil palestrando e com oficinas.
O GNUGRAF terá entrada gratuita, porém, as oficinas terão um limite de trinta inscritos.

Saiba mais em http://gnugraf.org

Suítes de produtividade livres e o ostracismo à porta

2012, Julho, dia 15. Há mais de vinte anos, o homem achava que iria apenas falar para o computador o que queria e o computador iria “escrever” em um documento. Não foi assim…

2007. A Microsoft reinventou a interface do Microsoft Office e a interface foi bem aceita. 2010 teve mais novidades na interface. O software livre para escritórios não conseguiu inovar nos cinco anos seguintes e o mundo corporativo não viu outra alternativa, senão investir milhares de dólares em licenças Microsoft. Onde está o erro?

A Microsoft, uma empresa que visa lucro e expansão está certa em remodelar seus produtos para uma nova geração de usuários, afinal, entrar na segunda década do século XXI utilizando a mesma interface de quase 20 anos atrás não seria bonito para ela, mas a comunidade livre não se mexeu nessa direção e deixou a maré ficar cada vez mais violenta.
Separações, forks, mudanças perceptíveis apenas para quem faz o programa. A suíte de escritório OpenOffice perdeu importância para sua derivada LibreOffice, mas este ainda não mudou muita coisa. Mas a pergunta que podemos fazer é: agora que as coisas estão cada vez mais na nuvem, precisa?

O Google possui o seu Google Docs e a Microsoft viu que poderia ganhar uns trocados com a nuvem também e lançou o Office 360. Sua interface é perfeitamente adaptável a quem vem do Office 2007 ou 2010, agora, quem vem do Office 2010 consegue se adaptar tão bem aos LibreOffice e ao OpenOffice? Seria hora das suítes livres se reinventarem ou cairem no ostracismo para as soluções na nuvem?

Uma extensa comunidade, cheia de pessoas com boa vontade, também está lotada de pessoas com ânsia de terem seu ego massageado. A politicagem dentro das comunidades livres estaria atrapalhando a evolução dos softwares livres? Boas ideias não faltam, como a ideia de remodelagem do brasileiro PauloUP, que mostrou em 2011 um mockup maravilhoso do que seria o novo LibreOffice, mas cadê as boas almas para fazê-las? O LibreOffice Citrus foi recursivamente recusado…

Mockups de mudanças sugeridas pelo brasileiro PauloUp

Não me importaria em pagar por uma suíte de escritório para Linux. Mesmo que ela não fosse livre, contanto que tivesse as funcionalidades que tem, mas que fosse moderna e combinasse com o resto do meu computador. Não quero um software com cara de anos 90. Me considero uma pessoa da geração Y.

LibreOffice Citrus: um projeto recusado

O motivo desta postagem não é colocar em jogo as funcionalidades dos softwares de produtividade open-source. Todo o livro “Ubuntu – Guia do Iniciante 2.0” foi produzido no LibreOffice. Ele é muito bom, mas tenho uma imensa inveja dos outros sistemas que tem uma suíte de escritório mais “cool”.

Não estou sendo ingrato ou irônico, mas aqui vai uma revelação bombástica: estou esperando apenas a Microsoft anunciar o Office 360 para usuários domésticos para comprar minha licença. Enquanto isso, uso o LibreOffice em documentos sérios e o Microsoft Office no WINE para me consolar de vez em quando.

Multimidia no Ubuntu: Tipografia também pode ser livre

Quem disse que não nos importamos com a apresentação de nosso material? É claro que sim, e tem mais: existe tipografia livre.

Um dos melhores sites sobre design que conheço é o chocoladesign.com, que traz excelentes trabalhos de arte e tipografia. Todos, ou quase todos, claro, proprietários. Então, faltava um representante no mesmo nível, de igual pra igual…. Faltava.

O diferencial, é que além de apreciar os belos trabalhos, você pode baixar, modificar e compartilhar outra vez, e baixar seu compartilhamento modificado, e modificar. Isso é arte!

Confira alguns exemplos:

O set de fontes Ubuntu, desenvolvido sob encomenda pela Canonical e usado neste blog, foi usado também no vídeo do site de leilões Umbarato e é uma excelente opção, por possuir uma alta legibilidade e ser extremamente simples e bonita. Veja o exemplo:

E você: Quando vai mostrar o seu trabalho criado no Ubuntu?

Mais trabalhos deste tipo podem ser encontrados no site theleagueofmoveabletype.com

Confira os artigos anteriores sobre a série “Multimidia no Ubuntu”:
Gimp 2.8 entra em fase de testes
Arte e animações 3D com o Blender
Corte e exporte vídeos facilmente com o Avidemux
Trailer de London Project
Faça edições avançadas em vídeos com o OpenShot

Finalmente! Doom III agora é Open Source

Aconteceu agora à noite. Doom III, o código-fonte do jogo baseado na engine id Tech 4 agora está liberado sob a licença GNU GPL.

Neste momento, o código-fonte está disponível no GitHub e o material já está disponível para a comunidade começar a trabalhar em melhorias e implementações.

Agora, para aqueles que não são programadores, mas são gamers, é aguardar a chegada de jogos melhores e mais bonitos para Linux.

Acesse https://github.com/TTimo/doom3.gpl e tenha acesso já ao código de Doom III!

Parabéns, ID e John  Carmack! Parabéns comunidade!


Atualizado:

Embora o código-fonte do jogo esteja disponível, ele não traz nenhum arquivo do jogo. Veja à seguir o comunicado no arquivo Readme anexo ao código:

This source release does not contain any game data, the game data is still
covered by the original EULA and must be obeyed as usual.

You must patch the game to the latest version.

Note that Doom 3 and Doom 3: Resurrection of Evil are available from the Steam store at
http://store.steampowered.com/app/9050/
http://store.steampowered.com/app/9070/

Tradução livre:

Este código-fonte não contém qualquer arquivo de jogo. As arquivos do jogo ainda estão cobertos pela Licença de Uso de Usuário Final e deve ser obedecida como de costume.

Você deve corrigir o jogo para a versão mais recente.

Note que Doom 3 e Doom 3: Ressurection of Evil estão disponíveis na loja Steam em
http://store.steampowered.com/app/9050/
http://store.steampowered.com/app/9070/

Falando em jogos para Linux….

Já estão sabendo que “Doom III” terá seu código aberto em breve, o que deverá render mais uma ampla família de jogos FPS para o mundo Linux, não é?

Pois bem, saiba que John Carmack, o próprio fundador da ID Software, está trabalhando arduamente para substituir partes do código o jogo que já eram de propriedade da Creative Labs, para que DOOM III chegue o mais rápido possível às mãos da comunidade, mas mantendo a mesma qualidade.

Outra novidade da ID para Linux no próximo ano, será o empolgante “Rage”, que já saiu para Windows, PS3 e X360. Veja o trailer:

Quer mais uma novidade? Okay! A novidade anunciada hoje, foi a conversão do jogo de corrida (ufa! Que bom que não é FPS) CoreBreach, das australianas CoreCode e nCreate, que será distribuída comercialmente.

CoreBreach já é vendido para Macs, mas a empresa já anunciou que em breve sairá o beta de CoreBreach para Linux.

CoreBreach é um game escrito em Objetive-C 2.0, possui uma engine gráfica própria e ainda traz a tecnologia GNUstep (uma implementação de código-fonte aberto de Cocoa, linguagem de programação do OS X).

Veja algumas imagens do jogo coletadas do site da App Store:

Fonte: Phoronix

Seja o DJ de sua festa com o Mixxx

Para quem tem memória curta, vou lembrar a vocês de uma solução “for Windows” (que funciona bem também no Wine) para animar as festas americanas que nós havíamos mostrado por aqui. O VirtualDJ Free Home Version, que realmente é muito bacana, entretanto, fiquei devendo uma solução Open Source para os animadores de festas de plantão. Apresento-lhes o Mixxx.

Mixxx é uma aplicação multi-plataforma de código-fonte aberto para DJs e traz, tanto DJs iniciantes quanto os veteranos, ferramentas avançadas em mixagens, como troca automática, playlists, emulação de vinil, hot cues, tempos de pitch independentes, detecção automática de BPM e estimação, suporte a multicanais e muito mais.

A próxima versão (1.10), trará algumas novidades importantes. Confira abaixo:

  • controle de vinil reescrito e melhorado
  • suporte para microfone
  • 4 Sampler Decks
  • Beatloops, Loop Halve/botões duplos
  • Quantized Loops, Hotcues e Beatloops
  • função de ajuste de Beatgrid
  • Phase Synchronization
  • Spinning Turntable Widgets e Waveform Scratching

Outra vantagem é a integração com iTunes e Rhythmbox, de forma que o Mixxx busca nos catálogos destes softwares as suas músicas e insere em sua própria biblioteca.

Para os preguiçosos (ou adiantados), é possível criar uma playlist e colocá-la em modo “AutoDJ”, assim, o Mixxx irá mudar suas músicas automaticamente, de acordo com as BPMs.

O software pode ser instalado o Ubuntu de forma simples e rápida. Confira o procedimento:

1º: Abra o Terminal (CTRL + Alt  T, ou no Painel, digite “Terminal”).

2º: Copie este código e cole no seu Terminal (uma linha por vez, lembrando de digitar a senha de administrador quando solicitada):

sudo add-apt-repository ppa:mixxx/mixxx
sudo apt-get update
sudo apt-get install mixxx libportaudio2 

Ao final, abra o painel e digite “Mixxx”, explore o programa e divirta e aos seus amigos, seja no Ubuntu, no Mac ou no Windows!

Para baixar o Mixxx para Windows ou Mac, visite a página do Mixxx: www.mixxx.org

Ubuntu Unity: (des)unindo uma comunidade

Durante muitos anos, as interfaces que vinham nas distros Linux eram um pouco mais pobres que as de outros sistemas não-livres. Muito se reclamava da “feiura” do sistema, mas pouco se fazia para melhorá-la. As coisas ficavam mesmo nas mãos de usuários que criavam “customizações” de seus Desktops e compartilhavam em sites como GNOME-look.org e KDE-Look.org.

Aí, veio o time do KDE e mudou toda a interface, adicionou um renovado framework e voilá! Boa parte da comnunidade ficou, desculpem o modos, “putinha”, e se virou contra o KDE 4. A Canonical, que desde o começo com o Ubuntu usava o GNOME, tinha certos problemas com a fundação GNOME, pois tinha ideias que considerava legais, mas a galera do GNOME não achava e não aceitava implementá-las. Daí, surgiu uma diferença no GNOME que vinha no Ubuntu e daí, começou a brotar uma nova interface: O Unity.

O Unity veio bem em tempos de lançamento de uma nova versão do GNOME, com interface remodelada, novos efeitos firulas, mas a Canonical já tinha decidido implementar o Unity em sua distro padrão e então começou um “mimimi” na comunidade Linux: aqueles que não aceitam mudanças ficaram furiosos com a nova interface, e queriam que o Ubuntu continuasse com a mesma interface de um sistema de dez anos atrás.

O Ubuntu está bonito, está funcional e está cada dia mais completo, mas há um detalhe que as pessoas que não gostam de mudanças tem que colocar na cabeça: o Linux é livre, o Ubuntu é livre. Se você não gosta de inovação (e pode ter certeza, se você gosta de usar sempre a última versão do sistema, A INOVAÇÃO SERÁ TESTADA EM VOCÊ!), pode continuar a usar as versões mais antigas do Ubuntu, como a LTS (Long Term Support) 10.04, ou a última com o ambiente padrão do GNOME 2, o Meverick Meerkat 10.10 (que é muito estável, por sinal).

Dizer que o Unity reduz a produtividade é uma grande desculpa esfarrapada. Existem diversas teclas de atalho para facilitar a utilização do sistema. Este texto, por exemplo, para ser escrito no Writer, foi preciso pressionar a WinKey (Super, para os “evangelizados”) e digitar “writer”, pressionar Enter e pronto. O editor de textos já estava aberto. Muito mais rápido que ir em Aplicativos > Escritório > LibreOffice Writer, não é mesmo?

Li um comentário em um site português de tecnologia, que quem “manda é o cliente. Se o cliente não gostou do produto, a empresa deve retornar à versão antiga, ou ela não respeita o cliente”. Não é assim. Isso, às vezes significaria que a empresa teria de se ater ao que os clientes “conservadores” querem e parar a inovação. Isso é “uma faca de dois legumes”.

Existem opções para quem não gostou do Unity. Manter uma versão mais antiga, migrar para outra distro, usar um comando “fallback”. De todas elas, pode ter certeza de uma coisa: você continua sendo livre para escolher, livre para discordar, mas não é livre para barrar o progresso e a inovação.

O Linux escolhe mesmo os seus usuários?

O Gizmodo BR publicou a tradução de um infográfico que trata da evolução do Linux em seus 20 anos de existência.
Como é comum, comentários saudáveis e não-tão-saudáveis assim surgiram no final do artigo. Dentre eles, o de um usuário identificado como Jonas:

@Leitor(01)> Tava usando ubuntu ateh o dia que tive que piratear um programa e n encontrei crack. entao troquei pelo win 7

Mais adiante, um (possível) usuário Linux mostra (de forma extravagante) sua indignação com a atitude do usuário de softwares com licenças “alternativas”

@(Leitor(02) > Este é o tipo de usuário que não necessitamos. Fique no Windows mesmo, vocês se merecem.

E, como um filme que passa na Sessão da Tarde que se repete  em loops infinitos quando o assunto chega no Market Share do Linux, um  outro leitor deixou sua indignação com a indignação (!!!) do usuário Linux:

@Leitor(03) >  Este é o tipo de visão que trava o Linux.

Como um bom troll que sou (verdade…eu ganho prêmios por isso), postei a visão de usuário de softwares originais, exatamente pelo fato de não ter precisado pagar pelo sistema, entre outras coisas, como valores e “decência”. Confira abaixo:

Não, Leitor(03), realmente, um usuário que não paga a licença de um sistema (no caso, Ubuntu, que não possui custo), usar um software pirata no Linux, que possui alternativas gratuitas, realmente queima a imagem do sistema frente aos fabricantes de software e desencoraja a criação de softwares para a plataforma.

Usar o Linux é uma escolha: liberdade. Você pode ser livre para escolher o software livre ou o pago, mas nós não aconselhamos, tampouco apoiamos quem falsifica ou usa softwares falsificados no Linux.

Não confundir “liberdade” com “libertinagem” é um pouco complicado, mas é possível. Você tem, realmente, a liberdade de usar o que bem entender, inclusive software pirata. Tentar tirar vantagem de tudo é típico da nossa cultura, mas é muito feio mostrar esse tipo de atitude em público. É como associar seu precioso nome a um comércio ilegal de orgãos, sem você ter a menor participação nesse processo. Suja sua imagem.

Para finalizar, com grandes cracks de programas, vêm grandes ameaças de segurança. Podemos dizer que o Linux escolhe seus usuários: Aqueles que prezam a liberdade e/ou DÃO VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS, pagando pelo software, quando é o caso e aqueles que têm consciência de seu papel na sociedade. Sé é para trazer o que há de pior do mundo Windows, por favor, não venha para o Linux, mas se for para trazer algum tipo de contribuição, seja bem-vindo!

Obs: Em respeito à opinião e imagem dos leitores acima, seus nicks  foram removidos e a história se desenrolou mais. Para acompanhar todos os comentários posteriores a esse artigo, siga o link do Gizmodo no começo do artigo.

Acredite se quiser! Instalar programas no Ubuntu 11.04 é mais fácil que no Windows

O Ubuntu 11.04 trouxe o Unity, uma nova e empolgante maneira de usar o Desktop, além de novidades quentes em usabilidade e programas inclusos.

Nunca foi tão fácil instalar um programa em Linux, como é fácil no Ubuntu Natty, e essa facilidade toda é possível através da integração Unity + programas.

Para instalar qualquer programa com instalador de extensão .deb no Ubuntu Natty com Unity, é tão simples, mas tão simples, que qualquer pessoa que nunca sequer viu um Linux poderá se surpreender com tamanha facilidade. Confira abaixo:

O processo é simples: basta arrastar o arquivo com extensão .deb para cima do ícone da Central de Programas do Ubuntu no Lançador, e…

Instalação de programas no Ubuntu

…então o lançador irá abrir a Central para que você leia as informações adicionais sobre o programa (se desejar ler), e clicar no ícones “Instalar”, digitar a senha de administração do sistema e pronto!

Central de Programas do Ubuntu

Seu programa será instalado.

Quer saber mais sobre o Ubuntu? Clique no link “Ubuntu” nas tags na lateral da tela.